sábado, 19 de abril de 2008

Ritual de tortura; animalidade; covardia e crueldade (Alexandre Nardoni e Anna Jatobá).

(Alexandre Nardoni e Anna Jatobá; olhares estranhos, frios e macabros)

Após a conclusão que li no portal UOL, sobre o caso da criancinha Isabella (não incluo o sobrenome do pai biológico porque me causa náuseas), onde o Instituto de Criminalística e o Instituto Médico Legal, nos faz levar crer que a indefesa garotinha foi submetida a espancamento (tortura), dos adultos anormais (animais), Alexandre e Anna, deixo de ser um pretenso intelectual e me rebaixo ao mundo das feras.
Será muito difícil contestar as provas materiais, com vestígios de sangue no carro do casal macabro (banco traseiro, cadeirinha do irmãozinho de Isa).
Sangue pela casa em rastro até o quarto de onde a pequenina foi arremessada cruelmente do sexto andar.
O sangue encontrado foi decorrente de um corte feito na cabecinha da menina, provavelmente pelas agressões desferidas a ela pelos animais travestidos de homo sapiens.
As marcas de esganamento no pescoço da pequenina correspondem às mãos da mulher com olhar maligno (Anna Jatobá).
Está tudo concluído através dos vários rastros deixados no automóvel e apartamento (circo dos horrores).
A Barbárie do Carandirú não poderá ser esquecida e deverá ser tratada como objeto de estudo sobre o famigerado ciume, elemento que eu acredito ter sido a mola propulsora de toda a esta maldita história.
Nos faz crer no descalabro e na covardia de dois adultos contra uma criança indefesa.
Invejo a cultura judaica, que preconiza o "olho por olho, dente por dente".
Já me contentaria em ficar a sós com os dois monstros e pedir encarecidamente para que eles me atacassem, tal e qual como tudo nos leva a crer que fizeram com a pequena Isa. A história seria outra e o desfecho também.
Espero confiar na Justiça e ver todos os envolvidos encaminhados à cadeia.
Na cadeia a justiça do submundo se fará presente e infelizmente a Barbárie será quase que inevitável. É o código de ética do submundo que é implacável com transgressores.


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