terça-feira, 15 de abril de 2008

Tapando o sol com a peneira.



Por quantas vezes deixamos de atender o que a razão nos dizia bem quietinha?
Sabíamos que algo estava errado mas não dávamos ouvidos ao chamamento que nos perturbava, lá dentro de nós.
É muito comum, talvez todos os seres humanos passaram pela experiência de não atender a intuição.
Mas o que seria a intuição?
Muitos acreditam que a intuição tem algo a ver com misticismo. Outros simplesmente repudiam a ideia da intuição.
Houve uma época que associavam a intuição tal e qual uma loteria.
Buscando entender esse chamamento interno, "a intuição", descobri que recebemos sinais e comandos do nosso subconsciente. Em momentos extremos, parte do subconsciente um stop.
Vi em um programa televisivo, um famoso padre parapsicólogo afirmar que para o subconsciente não existe passado, presente ou futuro. Ele sabe de tudo. Aquela afirmação me deixou meio atônito! Como poderíamos ter dentro de nós um mecanismo que sabe e transcende as etapas do tempo?
Pois é... de alguma forma isso realmente existe.
Não é de domínio do ser humano, mas o subconsciente de alguma forma realmente intui.
A conclusão que cheguei e que passei a praticar é atender o que o meu íntimo de alguma forma me transmite.
Se vou fazer algo tenho que estar plenamente de acordo com os meus sentimentos.
Caso alguma coisa me diga não, eu paro.
Assim comecei a resolver e ter sucesso em várias situações, para não dizer que em todas.
Quando não damos ouvidos e fazemos questão de não ver o que nos circunda, pode esperar que o resultado é no mínimo uma catástrofe.
O sexto sentido seria isto.
A ação é sempre respaldada pela convicção; a convicção parte de uma inteligência superior a nossa, mas que vive em nós.
Quando transgredimos, nossa própria consciência nos cobra.
Se a cobrança for demasiada e se não conseguirmos absorvê-la de uma forma construtiva, adoecemos, nos depremimos ou até enlouquecemos.
Talvez a transgressão ao chamamento da razão tenha a ver com as drogas, com as fugas e vícios e até mesmo com o suicídio.
Nas relações amorosas é onde a transgressão é mais evidente.
Muitos se aproximam de alguém pelos mais variados motivos. Alguns pela beleza dos olhos, outros pela plástica exuberante e talvez poucos pela sintonia ou amor.
Sente-se desde o primeiro contato qual a real atração e o subconsciente avisa que aquilo realmente é fútil, passageiro, mas poucos dominam isso e continuam, mesmo contra o próprio aviso interno. Normalmente o motivo da atração passa ou se modifica e lá se vai um relacionamento.
Quando se envolve valores e atração ainda é pior, pois acaba a atração mas os valores fazem que o personagem continue forte e triste, para que as aparências junto à sociedade não se maculem.
Daí vem a morte em vida e tudo por não se dar ouvidos ao subconsciente.
Acredite: nossa intuição nunca nos deixará morrer.

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