quarta-feira, 26 de novembro de 2008

Hoje me ligou um amigo, que como eu, ficou viúvo há 6 anos.


Sempre recomendei a ele que fizesse o que fosse de melhor para o espírito, para que a sua calma interior pudesse voltar e que ele cumprisse a sua missão diante da vida.


Ele, resistia muito em manter viva uma chama de união, mesmo com a inexorável realidade da morte.


Eram pensamentos de culpa; de solidão e de fim de mundo, ou vida, como acharem melhor.


Era um caos.


Uma das situações mais difíceis que ocorrem é querer imaginar o que uma pessoa que passa por uma perda de ente querido sente.


Aconselhar ainda é pior, porque no afã de querer ajudar podemos complicar tudo.


Tem gente que resolve guardar o luto para o resto da vida; alguns se matam outros retomam a vida.


Jamais se esquece os momentos bons

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