domingo, 4 de janeiro de 2009

Eu e meus filhos passamos pelo momento em decidir em doar ou não os órgãos de alguém que amávamos.

Naquele momento lembramos que era ela que havia decidido em vida que queria doar seus órgãos.

Foi dificil a operacionalização da doação, pois no próprio hospital poucos sabiam os procedimentos.

Minha filha pegou o telefone e do hospital mesmo passou a ligar para que os hospitais aceitassem os órgãos da sua mãe.

Foi há quase 7 anos e hoje eu sou testemunha de que muito mudou na captação de órgãos.

Trabalho hoje diretamente com hospitais e a realidade de lá me faz afirmar minha decisão de ser doador, assim como faço menção a todos os amigos de como é necessário doar órgãos.

A campanha da Santa Casa, a qual o nosso trabalho é voltado, é um clamor à doação. Lá estão muitas crianças e pessoas que merecem ter uma segunda chance.

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