sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

Xenofobia e Neonazismo

O que os olhos não vêem o coração não sente!

Pois bem, nesta semana uma brasileira foi seviciada por um grupo de Neonazistas na Suíça. Alguns jornais daquele País questionam alguns detalhes do ocorrido, pedindo uma investigação mais apurada. Se não houver um acompanhamento rigoroso da nossa Chancelaria, os fatos poderão ser invertidos, deturpados e a culpa poderá ir direto sobre a vítima.

Lamentável caso, mas não poderemos tomá-lo exclusivamente para o que agora estamos discorrendo.

São inúmeras as acusações de brasileiros maltratados, segregados, discriminados em vários lugares do mundo.

Recentemente em Madri, sem cerimônias, a imigração espanhola deportou sem motivo declarado, vários e vários brasileiros. Também recentemente na França, em Paris, uma família de Brasileiros foi vilipendiada por uma empresa de locação de automóveis, onde alguns representantes da empresa, após uma série de dissabores enfrentada pela família, ouviram em coro o seguinte: "Vocês são brasileiros e não merecem atenção. Se fossem europeus a história seria diferente".

Na Holanda, um amigo meu, após quatro anos de trabalho, duro trabalho, retornou devido às ameaças que sofria de um grupo Neonazista por estar trabalhando naquele País.

Portugal achincalha os brasileiros, vêem nossas mulheres, pela sua desinibição, como se fossem prostitutas. Há casos e mais casos de truculência com brasileiros a partir de seus aeroportos, na chegada em seu País.

Se falarmos de America a coisa se iguala ou piora um pouco.

Vejo pela rua quando um turista aqui em São Paulo se aperta, várias pessoas tentam se comunicar para ajudá-los.

Em uma estatística de atendimento a turistas, fomos considerados como o melhor lugar do Brasil para se receber visitantes.

Olha pessoal, não podemos pagar na mesma moeda, ou talvez até possamos, mas a nossa brandura deve ser mudada.

Nada, mas nada mesmo, muda o recurso natural e turístico que o nosso País tem. Ir para fora para sofrer sevicias, agressões e humilhações têm que acabar.

Conclamo aos amigos a criarmos um fórum para definirmos de que forma poderemos rebater tantas agressões.

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