quarta-feira, 25 de agosto de 2010

   
DON RICO
De:
"Sandra Rejane"
Para:
Enviada em:
sábado, 18 de março de 2006 14:12
Anexar:
A ti (tierna y bonita).mid
Assunto:
[emnomedoamoredaamizade] O Enigma do Edifício Joelma
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O Enigma do Edifício Joelma 
O
Edifício Joelma, um dos mais imponentes prédios do centro de São Paulo, ardeu em chamas por mais de
quatro horas no dia primeiro de fevereiro de 1974. O resultado desta tragédia foram 345 feridos e 189 mortos.
Até  hoje especialistas garantem que o lugar é  cercado por uma estranha energia espiritual. Segundo
testemunhas, o Edifício Joelma carrega uma maldição. Em 1948, existia uma casa onde hoje é  o Edifício
Joelma. Nela morava o professor de química, Paulo Camargo, 26 anos, junto com sua mãe e duas irmãs. Paulo
assassinou a tiros a mãe e as irmãs e enterrou os corpos em um poço que mandara construir no quintal da casa.
Depois, Paulo suicidou-se. A polícia trabalhou com duas hipóteses para o crime. A primeira é que a família
teria rejeitado uma namorada dele. A segunda é que Paulo teria matado a mãe e as irmãs porque elas portavam
graves problemas de saúde e ele não queria cuidar delas. O mistério da morte de toda a família nunca foi
desvendado. Depois do resgate dos corpos, um bombeiro acabou também se tornando vítima da maldição e
morreu de infecção cadavérica. O triplo assassinato seguido de um suicídio abalou a população de São Paulo e
ficou conhecido como O Crime do Poço. O lugar ganhou fama de mal-assombrado. Em 1972, a casa deu espaço
a um prédio moderno de 20 andares. Era o Edifício Joelma. Por causa do Crime do Poço, a numeração da rua
foi modificada, mas a maldição não foi esquecida. A processadora de dados, Volquimar, 21 anos, e seu irmão
Álvaro trabalhavam no prédio. No dia 1º  de fevereiro de 1974, às 8h45 da manhã,  um curto circuito no ar
condicionado do prédio deu início ao incêndio. Sem ter para onde fugir, as pessoas entraram em pânico. O
calor chegou a 700ºC e muitos se jogaram do alto do edifício. O fogo praticamente destruiu o Joelma. Faltou


 
água nos carros do Corpo de Bombeiros e a escada Magirus só  conseguiu atingir uma parte do edifício.
Volquimar morreu asfixiada por causa da fumaça e seu irmão  Álvaro conseguiu sobreviver. Treze pessoas
tentaram escapar pelo elevador, mas não conseguiram se salvar. Os corpos não foram identificados e acabaram
sendo enterrados lado a lado no cemitério São Pedro, na capital. Os treze corpos deram origem ao mistério das
treze almas e a elas são atribuídos milagres. Em 1979, a história de Volquimar se transformou em filme e
durante as filmagens ocorreram fenômenos misteriosos. A cena da morte das personagens foi registrada por
um fotógrafo. Quando reveladas, as fotos mostravam rostos de pessoas que não estavam nas filmagens. Depois
do incêndio, o Edifício Joelma ficou quatro anos interditado para obras. Quando reaberto, ele foi rebatizado
com o nome de Praça da Bandeira. Segundo testemunhas, os espíritos dos mortos vagam pelo prédio até hoje. O
Edifício Joelma tem dezenas de salas vazias, mas a tentativa de livrar o local dos espíritos continua. As histórias
em torno do antigo Joelma ainda são um grande mistério. Uns acreditam, outros duvidam e alguns têm certeza
de que tudo é verdade.
Paulo Ferreira de Camargo
O ano é 1948. O professor de química orgânica da USP, Paulo Ferreira de Camargo, 26 anos, morava junto
com a mãe Benedita e as irmãs Cordélia e Maria Antonieta em uma casa no centro da cidade de São Paulo. Ele
assassinou a tiros a mãe e as duas irmãs e enterrou os corpos em um poço que mandara construir no quintal da
casa em que moravam. O sumiço misterioso das três mulheres e uma séries de coincidências e contradições
levou Paulo a ser o principal suspeito do desaparecimento das mulheres. No momento que a polícia começou a
escavar o poço, Paulo pediu para ir ao banheiro. Ele trancou-se no banheiro e suicidou-se com um tiro no
coração. Na época, surgiram duas versões para o crime. A primeira era de que a família do professor se opunha
ao relacionamento dele com a namorada. A outra versão é a de que ele assassinou a mãe e as irmãs porque elas
estavam gravemente doentes e não tinha como cuidar delas. Um dos bombeiros que participou do resgate dos
corpos do poço morreu de infecção cadavérica. O crime abalou a população de São Paulo e ficou conhecido
como “O Crime do Poço”. O lugar ganhou fama de mal assombrado. Vinte e seis anos mais tarde, no lugar da
casa foi construído o Edifício Joelma.
Chico Xavier
Na hora do incêndio do Edifício Joelma, o médium Chico Xavier participava de uma reunião particular em seu
centro em Uberaba, MG. Assim que ouviram a notícia pelo rádio, ele e seu grupo resolveram fazer uma prece
pelas vítimas do Joelma. Chico recebeu uma mensagem de seu mentor espiritual, Emmanuel, onde ele disse que
o incêndio era conseqüência de uma desencarnação coletiva violenta, por força das provas redentoras. Mais
tarde, numa mensagem psicografada pelo médium, o poeta Cyro Costa explicaria que as pessoas que morreram
no incêndio do Edifício Joelma estavam resgatando dívidas contraídas na época das Cruzadas. Dois meses
depois do incêndio, Chico Xavier recebeu a vista de Walkyria e do filho dela, Álvaro. Eles queriam saber
notícias de Volquimar, uma das vítimas do incêndio do Joelma. Chico disse a Walkyria que ela iria conseguir se
comunicar com a filha utilizado um objeto que ela havia deixado em casa. Em julho de 1974, Chico psicografou
duas mensagens de Volquimar que mais tarde foram publicadas no livro “Somos Seis”
Curiosidades – Números da Tragédia do Edifício Joelma 
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Algumas Fotos
Fundos da casa, onde ocorreram os assassinatos em 1948.  
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Poço localizado nos fundos da casa, onde foram enterrados os corpos.
Resgate dos corpos no poço.
Foto “misteriosa’ tirada durante as filmagens do filme “Joelma 23.º Andar”, onde aparecem vultos.    
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Foto do incêndio em 01/02/1974.
Foto do incêndio em 01/02/1974.
Foto do incêndio em 01/02/1974.
Atual Edifício Praça da Bandeira, antigo Joelma, nos dias de hoje (2005).
Deus não prometeu Dias sem Dor; Risos sem Sofrimentos; Sol sem Chuva. Ele prometeu Força para o
Dia; Conforto para as Lágrimas e Luz para o Caminho..."
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