quarta-feira, 15 de setembro de 2010

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LOCALIZAÇÃO

O Parque Edu Chaves está localizado na zona norte da cidade de São Paulo, distante 5 km do Trópico de Capricórnio e 11 km do "Marco Zero", situado na Praça da Sé desta exuberante metrópole. O Parque Edu Chaves tem como vizinhos os bairros de Vila Sabrina, Jardim Brasil, Jaçanã, e seu lado leste margeado pelo Rio Cabuçu de Cima e Rodovia Fernão Dias. No Censo de 2000, a população registrada era de 63.500 habitantes.

ORIGEM

Antes, uma região pantanosa, coberta de vegetação rasteira e marcada por pastagem de boiada e trilhas de boiadeiros, onde existiam muitas traíras e rãs por ocasião do transbordamento do Rio Cabuçu de Cima. Foi construído o primeiro campo de aviação e a primeira escola de pilotos. O bairro foi idealizado pelo proprietário da área, aviador Eduardo Pacheco Chaves.

Em 03 de dezembro de 1924, Eduardo Pacheco Chaves vendeu uma parte de suas terras para Max Lowestein, e outra para a Sociedade Comercial & Construtora S.A., que fez os loteamentos. A Companhia Planurba elaborou o planejamento das ruas arredondadas e ficou encarregada de vender os 1535 lotes.

O povoamento do bairro teve início em 1953, com a construção de trezentas casas financiadas pela Caixa Econômica e vendidas aos sargentos da então Força Pública.

CARACTERÍSTICAS

Hoje, o bairro é uma típica região de classe média, possui um traçado "sui generis", com uma praça central denominada Comandante Eduardo de Oliveira, contendo ruas circulares e outras radiais, largas, planas, pavimentadas e arborizadas, cuja estética teve a inspiração geométrica do charme francês da Place D'Etoile, em Paris, onde fica o Arco do Triunfo.

SOCIEDADE AMIGOS DO PARQUE EDU CHAVES

Em 11 de Agosto de 1957, Arlindo de Souza Pícoli, sargento da Força Pública, juntamente com outros moradores, fundou a Sociedade Amigos do Parque Edu Chaves, "SAPEC", ativa até a presente data, a qual conquista melhorias para o desenvolvimento do bairro.

LIONS CLUBE

Em 29 de março de 1980, Anildo Baldin e outros abnegados moradores criaram o Lions Clube Parque Edu Chaves, com intuito de prestar serviços à comunidade. O mesmo funcionou por aproximadamente dez anos, deixando sua contribuição na área social.

BRIGADA ECOLÓGICA EDU CHAVES

Em 1980, um grupo de moradores preocupados com o meio ambiente deu início ao plantio de árvores no bairro, porém somente em 1994 foi fundada a Brigada Ecológica Edu Chaves, composta por sua primeira diretoria (Presidente José Pinheiro, Secretário Gildo Benício (in memorian), Tesoureira Irma Saade e Ouvidor Julio Caprara). Desde então, desenvolve trabalho de planejamento para arborização das ruas e praças locais, contribuindo para a melhoria da qualidade de vida na comunidade. Neste particular, exaltam-se os moradores do bairro, especialmente a classe estudantil, pelo elevado grau de conscientização e atitudes ecológicas na defesa e preservação da natureza.

S.O.S ENCHENTES

Em 15 de janeiro de 1991, ocorreu a maior enchente da história do bairro, que motivou a criação da "S.O.S. Enchentes", grupo de trabalho liderado por Moacir Maiochi, que pelo seu empenho conseguiu a canalização do Rio Cabuçu de cima junto ao governo do estado, eliminando definitivamente o problema.

ASSOCIAÇÃO DOS COMERCIANTES DO PARQUE EDU CHAVES

Em 26 de novembro de 2002, Marcos Roberto Seicho, juntamente com comerciantes do bairro, fundaram a Associação dos Comerciantes do Parque Edu Chaves, "A.C.O.M.P.E.C.", visando organizar o desenvolvimento comercial. Uma de suas conquistas foi o novo acesso ao bairro pela Rodovia Fernão Dias.

PROSAICO DA VIDA REAL

Preenchendo um espaço tão necessário do cotidiano, sem qualquer exigência normal, o bairro preserva um "ponto de encontro", onde pessoas de várias faixas etárias se reúnem para ouvir, discutir e opinar sobre os acontecimentos do país, do estado e do município. Trata-se da "Barbearia do Alfredo", fundada em 1957, local acolhedor, onde os freqüentadores exaltam suas prosas e cultivam suas estórias de vivências passadas e presentes, as quais provocam risos e, às vezes, reflexões, conservando uma dinâmica da vida real e funcionando como "arauto da comunidade regional".

Historiador: José Pinheiro dos Santos

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