sexta-feira, 29 de julho de 2011

Somos realmente descendentes de extraterrestres.




Parabéns ao Eduardo, de Paranaguá, por uma das melhores exposições a respeito da teoria da criação da humanidade e da sua evolução que já ouvi. Parabéns.


…Primeiro, acredito que nós somos descendentes de um povo que esteve por aqui no passado não muito distante e nos deixou aqui para colonizar e desenvolver o planeta. Também acredito que se somos como somos, com toda a nossa sabedoria e benevolência e também com toda a nossa ignorância e estupidez, falta de ética e escrúpulos, beligerantes por natureza, é porque herdamos isso do povo que nos deu origem. Disso concluo que o povo que nos deu origem também não é la “flor que se cheire”. Podem ter uma tecnologia muito à frente da nossa, mas são como os nossos “irmãos”, tudo o que sabemos, herdamos deles.
Não acredito que éramos um povo que por aqui vivia e “eles” vieram de fora e nos ajudaram a evoluir, pelo contrário nós somos uma parte desse povo que veio de fora, só que nós ficamos por aqui. Tínhamos o mesmo conhecimento de nossos “irmãos de fora”, bem como toda a tecnologia, mas em algum momento do nosso passado andamos fazendo algumas “besteiras” e pusemos tudo a perder. Depois tivemos que começar tudo de novo, mas sem a tecnologia, porque ela foi perdida ou ficou inacessível e nossos “irmãos de fora” estavam muito longe para voltar e nos socorrer.
Imagine o que aconteceria conosco, se algo de muito grave acontecesse ao planeta; A primeira coisa que perderíamos seriam as fontes geradoras de eletricidade.  Toda a nossa tecnologia atual está apoiada na eletricidade, tudo ou quase tudo depende dela. Não poderíamos mais abastecer nossos carros não haveria mais refino de petróleo, os avançadíssimos trens dos nossos metrôs ficariam parados, elevadores não funcionariam, o que tornaria inviável a habitação nos andares mais elevados dos grandes prédios, enfim, ficaríamos numa situação complicadíssima. Nosso dinheiro ficaria retido, pois grande parte do meio circulante está nos bancos e caixas eletrônicos não funcionariam mais. Levaria muito tempo para se restabelecer as coisas e como nossas gerações são muito curtas (de 20 a 25 anos em média), o conhecimento também seria perdido em grande parte. Até porque,  poucas pessoas detém o conhecimentos sobre coisas muito específicas e essas pessoas também são mortais. Em suma: toda a nossa tecnologia ficaria abandonada e teríamos que voltar a viver de forma muito rudimentar, como vivíamos há dois ou três séculos. Será que algo assim já não aconteceu em algum momento de nossa trajetória pela nossa mal contada história? Há muitos indícios e evidências disso, mas toda vez que se encontra alguma coisa que não se encaixa dentro dos padrões históricos, essa coisa é simplesmente colocada num museu em uma sala reservada e não aberta a visitações, para que ninguém faça perguntas irrespondíveis.
Voltando aos nossos ancestrais, evidentemente que se eles nos deram origem, não estarão nos criando como gado em cativeiro para depois nos utilizar como alimento. Acredito que exista um sentimento de humanidade neles assim como existe em nós por nossos semelhantes. Nós podemos até fazer a guerra, mas não devoramos nossos inimigos vencidos (com raras exceções, é claro). E quando um de nós, apenas um, está numa situação de extremo perigo (como alguém que cai num poço ou alguém que se perde numa floresta ou numa alta montanha), a humanidade como um todo se mobiliza por este único indivíduo. Todos os recursos à disposição são utilizados para se salvar essa única pessoa. Paradoxalmente, pouco antes de estar nessa situação, esse mesmo indivíduo era apenas mais um dentre tantos milhões de outros, sem nenhuma importância. Mas é assim que nós somos, e se há um povo lá fora que nos deu origem, deve ter esse mesmo sentimento em relação a nós e provavelmente viria em nosso socorro se estivéssemos ameaçados.
Acredito que há muitos povos por aí afora e é bem possível que haja alguns que sejam predadores mas não consigo aceitar a idéia de que seres com uma conformação física muito diferente da nossa sejam capazes de construir naves com altíssima tecnologia e viajar pelo espaço. Não estou fazendo apologia a antropocentria, não sou religioso (aliás sou completamente avesso a qualquer religião), mas acredito que se há uma inteligência superior que criou tudo o que conhecemos, e que se fomos feitos à imagem e semelhança dessa inteligência, outros povos também seriam semelhantes a nós. Quantas caras será que tem o criador? Se essa inteligência é una, onipotente e oniciente e prima pela beleza e harmonia em tudo o que há, não pode ter dado origem a seres horrendos, a menos que esses seres sejam produto de manipulações genéticas de algum outro povo dos que habitam por aí. Até mesmo nossos animais mais ferozes são belos e seus corpos são harmoniosos e bem estruturados. Claro que existem seres, principalmente nos oceanos, com aparência um tanto quanto bizarra, mas se olharmos bem, sua conformação é harmoniosa, simétrica e bela.
Partindo-se da premissa de que nossa história e evolução foi e é linear (como tentam nos fazer crer os sacrossantos tratados acadêmicos), vamos raciocinar sobre como alcançamos a tecnologia que temos hoje: Começamos com ferramentas rudimentares, feitas de pedras, paus, dentes de animais, e pouco a pouco fomos construindo ferramentas cada vez mais elaboradas e sofisticadas. Até para se construir uma ferramenta mais elaborada, foi necessário utilizar uma outra mais rudimentar, senão não se conseguiria. Hoje dispomos de ferramentas extremamente sofisticadas (e delicadas) que nos permitem construir praticamente tudo o que precisamos no nosso mundo tecnológico atual. Mas há um detalhe em tudo isso que poucas pessoas se dão conta (acho que quase ninguém): Tudo o que fizemos até o presente momento, fizemos com as MÃOS e tudo o que temos só foi possível porque temos MÃOS. MÃOS com cinco dedos, cada dedo na medida exata e um dos dedos se contrapõe aos demais permitindo-nos que seguremos os objetos, os alimentos, as ferramentas, as armas…
É impossível imaginar que teríamos conseguido alcançar tamanho progresso tecnológico se, no lugar de MÃOS, tivéssemos PATAS, como as de um cavalo por exemplo. Ou GARRAS afiadas com dedos contrapostos que ao se fecharem perfuram o objeto segurado. Ou na melhor das hipóteses, quatro dedos mas com tamanhos totalmente desproporcionais. São nossas MÃOS que nos permitem segurar a mais rudimentar e eficiente ferramenta de destruição (um machado ou uma marreta de 6 Kg) ou a mais delicada ferramenta de cura como um bisturi ou outras ferramentas mais específicas como uma chave de fenda, ou ainda a chave de ignição do nosso carro. Isso sem falar do teclado do computador, que evoluiu a partir dos antigos teclados da máquinas de escrever mecânicas mas sempre levando em conta o fato de que são utilizadas duas MÃOS com cinco dedos em cada uma.
Não consigo acreditar que povos que tenham conhecimento tecnológico suficiente para construir naves e viajar pelo espaço sejam seres horrendos, com garras no lugar de MÃOS, garras que mal permitem que se segure o alimento para se comê-lo decentemente. Como seres assim teriam desenvolvido equipamentos com tecnologia avançadíssima e sobretudo extremamente delicada do ponto de vista eletrônico e estrutural? Difícil aceitar. Se seres assim realmente existem, então não seriam eles os responsáveis pela construção das naves, mas estariam a serviço “ALGUÉM” com poucos escrúpulos e ética duvidosa, mas com capacidade suficiente para tal. Sim, porque o fato de dominar uma tecnologia avançadíssima não significa necessariamente possuir uma ética e moral na mesma proporção. Se nós somos assim, e somos fruto da “CRIAÇÃO” tanto quanto os demais, então não nos iludamos. Moral e ética que não caminham juntas com a ciência e tecnologia podem não ser privilégios apenas dos seres que habitam o planeta Terra.
Um abraço.
Eduardo Pereira da Silva
Paranaguá/PR

Texto retirado do Blog do Neme - ovnihoje.com 

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