quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Antissemitismo ou discordância de opinião?

Desde que nasci criaram um chavão sobre podermos falar ou não sobre Judeus ou sobre a religião judaica. 
Algumas vertentes que quiseram estudar o holocausto ou questioná-lo sofreram reprimendas, com a repulsa representativa de vários segmentos.
Ou seja, se alguém se atrever a discordar ou trazer à mesa algum assunto que de alguma forma seja entendido como ameaçador aos Judeus, esse alguém é calado.
Há pouco tempo, neste ano mesmo 2011, assisti na NetGeo um documentário sobre os soldados judeus nas cercanias das zonas de conflito. Jovens soldados de ambos os sexos, atuando ferozmente na repressão a jovens Palestinos. Muitos com problemas de consciência pela força desmedida praticada contra atiradores de pedras e gravetos contra o exército israelense. Outros garbosos em atacar. 
Já postei aqui sobre acontecimentos atrozes patrocinados pelo exército de Israel. 
Eu particularmente tenho amigos judeus e árabes. No Brasil, salvo alguns exacerbados de ambas as colônias, são amigos plenamente integrados à realidade de uma nação pluricultural, racial e religiosa.
Tenho amigos judeus que já foram vítimas de preconceito por judeus europeus e mesmo em Israel.
Manter o respeito ao Sionismo é uma mão de duas vias. Respeito desde que respeitem nossas crenças e costumes, pois estamos no Brasil e somos pacifistas.
Hoje Galliano foi condenado a uma multa razoável por desrespeitar de forma abusiva a um casal de Judeus em um restaurante. Mais que justo! Agora, não gosto quando fazem chacota sobre Jesus Cristo, quando matam e ameaçam retaliar no oriente médio com a força desmedida que têm.
Se recusam a qualquer coisa que possa suscitar entendimento com o povo Palestino, há anos ou há séculos.
Enfim, excessos são ruins em qualquer situação e o respeito deve ser mantido por todos, pois o mundo é de 7 bilhões de pessoas, onde se incluem os 12 milhões de judeus do planeta.


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