sábado, 18 de fevereiro de 2012

Alistair Overeem o bombado desafiante de Junior Cigano

Ficheiro:Allistair Overeem.jpgAlistar Overeem é um velho conhecido nosso. Na época do Pride, lutando na categoria dos pesos meio pesados, com corpo normal de um meio pesado, foi derrotado por nocaute pelo Maurício Shogum, foi também finalizado pelo Arona; apanhou também do Minotouro - apanhou mesmo, em português claro, levou um cacete, levou um pau- em duas lutas. Somente venceu, por incrível que pareça, por duas vezes o Vitor Belfort.
Iniciou no kickboxing aos 17 anos, mas nas regras do K1. O cara é inglês mas se radicou na Holanda para aperfeiçoar seu kickboxing.
É impressionante o que esse cara inchou desde aquela época, e olha que não faz muito tempo. Não sei como um crescimento de massa tão rápido não deixou nenhum rastro de uso de anabolizantes. 
KIMBO SLICE O LUTADOR DE RUA
Enfim, não é problema meu. O que eu acho gozado nesse mundo do MMA é o espanto que os comentaristas e jornalistas especializados no esporte têm em relação aos nossos atletas.
O que eles não sabem é que o Judô é um dos esportes mais praticados depois do futebol, talvez empatado com o vôlei, em todo o Brasil. Quase todos os brasileiros esportistas, praticam ou praticaram em suas vidas algum tipo de arte marcial. Temos ainda um outro diferencial, a briga de rua. Há um americano parecido com um boneco de guerra futurista americano chamado Kimbo Slice, famoso por brigas de rua. Esse brigão com cara de Transformers certamente seria outro candidato a tomar um pau em qualquer briga de arquibancada, em qualquer estádio do Brasil. Não estou fazendo apologia à violência, mas é a pura realidade. Na década de 70 a seleção brasileira envolveu-se em uma briga coletiva contra o Uruguai, e o time todo foi comparado pela imprensa estrangeira como um batalhão de lutadores de artes marciais. Eles não sabem que aqui no Brasil todo mundo tem esse dom que vem sei lá de onde.
CARLSON GRACIE VS WALDEMAR SANTANA ANOS 50
Não sei qual o mistério, mas somos bons de porrada desde pequenos.
Acompanho artes marciais há tempos, lá nos anos 60. Vi lutas memoráveis de vale tudo, que eram meio que proibidas, mas que sempre tiveram público e excelentes lutadores.
No caso do Cigano, além do jiujitsu o boxe e a malemolência brasileira o fará vencer com folga o também falastrão Overeem. 
Enfim, nossa fábrica de campeões e de lutadores é um mar quase que sem fim, que só o tempo mostrará ao mundo.






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