domingo, 4 de março de 2012

Ataque militar de Israel ao Irã, poderá deflagrar uma guerra sem precedentes



Nas últimas semanas tenho lido sobre o aumento de tensão entre o Estado de Israel, principalmente, pois os Estados Unidos também não descarta a possibilidade, de atacarem o Irã.
Isto é algo que amedronta a humanidade, pois poderá desencadear uma guerra não mais convencional, mas um ataque atômico. Sabe o que quer dizer isto? Provavelmente o fim de uma era.
Francamente, com 55 anos jamais vi qualquer potencia mundial buscar acolher, intermediar ou amenizar conflitos que não envolvessem interesses econômicos ou mesmo de predominância de poder, seja ele militar, de ideologia, religioso ou étnico, infelizmente parece que estou fomentando racismo ou coisa parecida, mas o étnico também tem que ser levado em consideração.
Há um ódio velado entre Judeus e o resto da vizinhança, árabe principalmente.
Vi uma reportagem na Discovery onde um menino palestino havia morrido vítima de uma repressão israelense. Sua família, convencida por uma equipe de resgate, concordou em fazer a doação de seus órgãos.
Uma menina Judia foi uma das receptoras de um dos órgãos.
Na reportagem, entrevistaram o pai da garotinha, um Judeu que naquele momento se amargurava. Não pelo estado da sua filha, mas por ela ter recebido um órgão de um palestino. Na entrevista afirmou que estava triste, porque gostaria que ela tivesse recebido o órgão de um Judeu.
Um absurdo!
Que povo é esse que ao invés de buscar a admiração do mundo, sempre que pode, tenta mostrar uma supremacia e uma arrogância insuportável?
Já fui por várias vezes maltratado por Judeus aqui no Brasil.
São realmente de uma relação quase que impossível.
Eles fazem o segregacionismo como professores, pois fiquei convencido que odeiam qualquer um que não seja judeu.
Realmente são segregacionistas, aportados dizem eles, pela sua própria origem e religião. Seriam o povo escolhido por Deus.
Por outro lado, em alguns países árabes,  um extremismo criminoso que propaga o ódio. Em alguns casos e em países específicos, o ódio é velado e a teoria é a da exterminação dos costumes ocidentalizados.  Vide o maior atentado terrorista do mundo e da história.
Algo difícil de se administrar onde o foco de tensão, são as riquezas minerais e o berço das religiões mundiais. Locais administrados por sociedades ricamente desenvolvidas no ódio e na segregação.
Pois bem, estamos aqui, abaixo da linha do Equador, brigando e matando um leão por dia para poder sobreviver e dar o devido sustento aos nossos familiares.
Temos a liberdade de fazer das nossas vidas e do nosso País um espetáculo em desenvolvimento a  médio prazo.
Mas dependemos que haja paz mundial para que a realidade desse desenvolvimento exista.
Não poderíamos ficar isolados dessa temerária situação. 
Há sim a possibilidade de um ataque surpresa ou de Israel ou dos Estados Unidos aos laboratórios de desenvolvimento de experimentos nucleares no Irã. Isto pode ocorrer daqui há um minuto, daqui há dias, mas a tendência é que aconteça.
O resultado disto é incomensurável. Talvez o início real da raça humana.
Só me pergunto o seguinte: se as Nações Unidas realmente tivessem o poder de intervir, porque então não tentaram nada junto a Israel ou Irã, ou mesmo reuniões produtivas e objetivas em busca da Paz naquela região?
Seria o mando de Israel ou de qualquer país árabe superior à paz que o mundo necessita?
O poder econômico desses países são superiores às vidas de 7000000000 de seres humanos?
As vezes é necessário se cortar a mão para que o corpo não morra.
Separar o joio do trigo. 





Nenhum comentário:

Postar um comentário