segunda-feira, 7 de maio de 2012

Rancor, ódio, ciúme doentio.

Por que algumas pessoas odeiam tanto ao ponto de fazer dessa bandeira sua forma de vida?
Fui ler muito a respeito.
Minha conclusão é apenas uma: falta de amor próprio.
Quem não conhece alguém que age normalmente planejando e executando planos de sabotagem, de omissão e de destruição? 
Quem não conhece alguém cujo rancor e ódio faz dessa pessoa refém por toda a vida da vingança?
Conheço algumas!
Esse tipo de comportamento agrega também a inveja e o ciúme doentio e desproposital. Colocam pessoas normais em suspeição sempre. Tornam sem saber a vida de todos a sua volta em um inferno.
Percebem detalhes nas pessoas que lhes desagradem e fazem disto motivo de perseguição, sempre! Expõe sempre que pode o desafeto, tentando deliberadamente prejudicar ou destruí-lo.
Em alguns artigos que li, profissionais afirmam que há tratamento para isto, mas eu creio que não.
Esse tipo de comportamento é de formação e educação também. Talvez em determinado momento da vida dessa pessoa, que normalmente são pessoas com excesso de atenção -atenção extrema- que as fazem imaginar e contaminar sua alma com apenas aquilo que acham certo, com resultados voltados tão e somente a elas.
Seria o excesso de mimos e de cobertura de pais, irmãos, tios, etc..., principalmente na infância e adolescência.
Interiormente fazem papel de Deus, decidindo o que as pessoas devem sofrer por um dia ter ousado a discordar, discutir ou brigar com ela.
Quando com razão, extrapolam.
São medrosas e as vezes sociopatas. Sentem-se ameaçadas na convivência social, a qualquer termo.
Fingem na convivência, mas têm valores imutáveis, pois sempre foram assim.
Fecham-se em situações simples e pior, nas mais complicadas da vida.
Têm manias que não percebem e marginalizam todos aqueles que não os têm.
Vive com medo e com raiva do mundo, mesmo que por modus operandis mantenha um sorriso largo, gestos de amabilidade e os requisitos que os façam transitar entre os humanos.
Enterram as pessoas em vida, mas antes tentam de todas as formas matar seus oponentes.
Lendo mais a respeito, descobri que todos têm problemas sérios de amor próprio, de despreendimento em relação às situações concebidas por heranças, aqueles, desde o tempo da vovó. Eles tem medo. Medo que vai desde as coisas desconhecidas, até às conhecidas mas mal aceitas.
Conseguem deprimir pessoas com seus transtornos obsessivos contínuos.
Mas têm também têm qualidades, e merecem atenção e consideração.
Em um site conceituado de psiquiatria, li que os rancorosos e odiosos tem por trás um quadro de doença psiquiatrica severa, mas mesmo assim, creio que se tratadas os valores sociais devem ser revistos e reeducados.
Na minha opinião é cultural.
Bom, escrevi tudo isto para que aqueles que sofrem perseguição ou reclamações constantes de pessoas que odeiam, façam o seguinte:

. quando causador da situação que detonou todo um processo de ódio, procurem o ofendido e abra seu coração, peçam perdão se isso lhe fizer bem.
. caso o ofendido não aceite e inicie o processo de agressões, afaste-se!


. não deixe de amar a pessoa que necessita de ajuda, pois essa pessoa precisa de amor.
. amar não quer dizer que tem que dormir junto e acordar com uma faca espetada no peito, mas andar perto é muito bom.
. é um defeito de formação, que pode não ser um defeito de caráter.
. um dia essa pessoa irá substituir o ódio que tem de você por outra pessoa, ou por milagre, se curar.

Vitor Belfort escreveu em seu twitter hoje algo muito relevante a respeito:
“ quando estiver em uma situação totalmente desfavorável a você, jamais deixe de amar, mas não deixe abalar seu amor próprio”.

Acho que isso diz tudo.

Àqueles que tem rancor e ódio de mim, saibam que a vocês pedi perdão. Sei que não aceitaram e que sempre que possível voltam toda as suas forças para de alguma forma me atacar.
Só me resta aguardar que isso acabe para o bem do ofendido, pois nada mais posso fazer a não ser amar quem me odeia e rogar que melhorem suas almas.



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