quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Mega-sena, por que será que as vezes, contrariando estatísticas, prêmios milionários saem para os rincões do Brasil?


Vez por outra faço minha fezinha na Mega-sena.
Fico meio espantado quando vejo que apurações milionárias, com concentrações de apostas em São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais, onde temos as maiores populações de apostadores, não elegem seus ganhadores.
As vezes os prêmios saem em cidades distantes, onde pouquíssimas apostas são feitas -ou quase nenhuma- em relação ao todo, quebrando a possibilidade que a própria estatística assim convenciona.
Como apostas concentradas em 70% ou mais não têm o acerto nessa massa?
Por que será que um joguinho as vezes de uma aposta só de 6 números, em um boletinho só, lá no município de Mucurucuti no sertão de sei lá onde, acerta as dezenas premiadas?
Seria uma intervenção divina? Sonho com dicas do pai morto? Sorte? Difícil não é?
Eu como cético, gostaria de acompanhar ou mesmo que algum meio de comunicação, acompanhasse o processamento das apostas junto a analistas de TI, como auditores, no centro de processamento de dados responsável pelos jogos da CEF, para que comprovássemos com todos os critérios técnicos que realmente a SORTE existe.
Como milagres não acontecem todos os dias, seria muito boa essa comprovação pois pairam muitas dúvidas a esse respeito.
Essa dúvida paira mesmo porque em loterias na Europa e Estados Unidos, prêmios acumulam por semanas e até anos, pela dificuldade de se acertar combinações de números, assim como temos a mesma dificuldade de combinarmos e acertarmos a nossa loteria tupiniquim.

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