segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Meu contato com Deus é direto, não preciso de intermediários!

Sou criação, imagem e semelhança do Deus de Abrahão; pelo menos é o que está escrito. Espero que o fato de eu não ser Judeu, não mude esse escrito.
Fui criado na religião católica como quase todos da minha época. Não haviam a diversidade de igrejas, principalmente as evangélicas que temos neste século XXI.
Eram as igrejas tradicionais protestantes: Presbiteriana, Batista, Testemunhas de Jeová, Adventista do Sétimo dia, Congregação Cristã e Assembléia de Deus, das que realmente me lembro com representatividade.
A profusão avassaladora de subdivisões, principalmente da Assembléia de Deus, os pentecostais, fizeram aumentar ainda mais a confusão!
Sempre tive uma ligação direta com o plano superior, tanto nos meu momentos de agônia e adversidades, bem como nos momentos de alegria, onde sempre agradeci ao criador.
Respeito demasiadamente qualquer crédulo.
Infelizmente a recíproca não é verdadeira, pois quando frequentava a Igreja Católica Apostólica Romana, de onde surgiram todas as demais Igrejas, fui chamado de adorador de Ídolos -tamanha ignorância- e de comedor de hósteas -mais uma prova de ignorância-; chamamentos que até hoje são dirigidos aos crédulos católicos.
A ação de alguns ditos pastores e de seus seguidores, são lastimáveis e às vezes, abundantemente desrespeitosa.
Passei exposições desnecessárias e até certo ponto de ação inescrupulosa de alguns "Pastores", "Ministros", "Missionários", ou sei lá a qualificação deles, em alguns templos protestantes que visitei so cialmente. Em quase todas, quem estava ministrando o culto, apontava-me e em altos brados exigia que eu aceitasse Jesus na marra, como se eu fosse uma entidade do Mal que deveria ser convertida, em processo de desobsessão, em resumo, me senti naquelas vezes como se fizesse parte dos séquitos do Capeta.
Fui chamado por não ser evangélico de Criatura de Deus.
Para que fique claro, criatura é qualquer coisa que é criada, mas inanimada ou irracional, como uma pedra, um cão, um asno... menos um homem, ou em melhor situação, um filho de Deus.
Na Igreja Católica, muitas ações históricas me decepcionaram, que ao longo do meu crescimento e formação foram ficando dia a dia mais claras.
Aprofundei-me nos pensadores, nas obras de cristãos leigos, de leigos filósofos e dentro da minha fé, passei a louvar Deus com o meu coração. Ficava de lado, para o resto da vida, o agrupamento filosófico chamado religião.
Não preciso de Padres ou Pastores para me conduzir a Deus! Aprendi sozinho a falar com ele.
Ele se apieda de mim quando precisa, me fortalece sempre que me desespero e me faz ser sábio!
Tenho dó e pena, procuro ajudar, ensinar e levar aos mais infortunados a esperança e principalmente, minha mão.
O meu Deus é meu criador. Ele não me chama de criatura e nem me pede dinheiro, em forma do meu agradecimento. O dinheiro que eu poderia dar às pseudas obras de Deus, dou em emprego e amizade a quem precisa e quando posso.
Meu Deus não pune! Meu  Deus me ensina.
Meu Deus não é vingativo é realmente Pai.
Meu Deus não vai até a TV e lá brada que existe o Diabo e que o Diabo domina a vida das pessoas.
O Diabo somos nós mesmos, resultado talvez até dos atuais homens que conduzem seus rebanhos.
O Diabo é o resultado de corruptos e de homens que deixaram por anos a fio homens à beira do caminho.
O ódio e a destruição são características de homens abandonados ao longo da vida. Homens que se tornaram impotentes para criar seus filhos, que padeceram em vida cercados pela miséria e fome, provocadas sempre por outros homens. Isso é o Diabo!
Agradeço a Deus por tudo que faz por mim e pela força que me dá para fazer pelos outros, todos meus irmãos.

Um comentário:

  1. Compartilho do msm pensamento,cada frase lida é como se descrevesse a mim msm
    Brilhante texto
    Parabéns

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