terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Bancas de jornais e até mesmo livrarias a beira da morte

Triste constatação, mas as bancas de jornais de São Paulo e até mesmo algumas livrarias estão à beira da morte.
Até anos atrás, além de contribuirem para a divulgação e cultura, as bancas proliferavam por São Paulo. Hoje as que existem, teimam em viver por pertencerem a abnegados comerciantes, que lutam contra o tempo e adversidades para acima de tudo, poderem atender sua clientela.
Outro exemplo de segmento em UTI são as pequenas livrarias.
Há algumas semanas estive em uma, tradicional no Centro Paulistano, com os mesmos problemas de consumo, que acima de tudo, está ligado diretamente à perda do hábito da leitura.
Hoje, através da CBN, foi divulgada uma informação sobre a qualidade de ensino em todos os municípios paulistas. São Paulo Capital tem o pior rendimento.
Quando eu era estudante, no curso primário, éramos incentivados, ou melhor, forçados a ler, mesmo que fosse qualquer folhetim.
Vejo pelas mídias sociais a dificuldade de expressão escrita que grande parte dos frequentadores têm.
Com certeza, escreve bem quem lê.
Como uma pessoa que não sabe escrever ou mesmo que tenha dificuldade de entender textos pode frequentar um curso superior? Como os cursos superiores procedem com os alunos que têm esse tipo de carência?
Não falo apenas dos cursos superiores, mas dos básicos e intermediários.
Nossa população perdeu o hábito de ler.
A perda será absurdamente grande.

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