quarta-feira, 8 de maio de 2013

O Brasil tem a mania de enterrar seus profissionais com mais de 40 anos. Até quando?

Profissionais que fizeram o começo de toda a situação atual de mercado, jazem em subempregos, ou estão amargando-se fora do mercado de trabalho.
Há deliberadamente um olhar do novo ao velho, como se o observado fosse algo ultrapassado, fora de uso.
Os profissionais para não ficarem fora do mercado, tornam-se consultores, vendendo sua experiência da pior forma possível, quase implorando por trabalho e somando muito às novas organizações.
Na França e em outros países europeus, e mesmo nos Estados Unidos, os velhos profissionais são disputados no mercado. Têm não só a experiência mas a facilidade em transitar nos enormes desafios do dia a dia. São um tipo de mestres, ou seniores, como o mercado denomina.
Aqui no Brasil, há uma imensidão de profissionais à margem.
Soube de casos de lares desfeitos pela instabilidade econômica -desemprego-, há casos até de suicídio.
É  impressionante o governo criar cotas de acesso, bolsas famílias e deixarem a parcela daqueles que vivenciaram e construíram esse País à beira da morte, em pleno desemprego e esquecimento.
O mínimo que poderiam ter em paga seria um comprometimento governamental em criar formas de retorno dos profissionais ao mercado.
Vamos ver como essa história acabará, quantos lares serão destruídos e quantas pessoas morrerão pelo desamparo.

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